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Maior sepultura megalítica da Beira Baixa está aberta ao público

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O Forte das Batarias I, em Catraia Cimeira, e a Anta do Cabeço da Anta, em Moitas são dois locais que têm vindo a ser investigados pelo Campo Arqueológico Internacional de Proença-a-Nova e que já se encontram disponíveis para receber visitas. A estreia foi feita pelos alunos do ensino secundário da área de Humanidades e do CEF Turismo da Escola Pedro da Fonseca, numa visita guiada pelo professor de História, António Manuel Silva.

Apesar de 5000 anos separarem estes dois locais, remetendo para duas épocas distintas da história, os alunos puderam perceber a dinâmica do povoamento territorial ao longo dos tempos, a defesa e a importância do mesmo na história local e nacional.

O Cabeço da Anta refere-se a um período histórico entre os 4 e 3 mil anos AC e é onde está localizada a maior sepultura megalítica da Beira Baixa, já Forte das Batarias I pertence ao conjunto defensivo Talhadas-Moradal, entre a segunda metade do Século XVII e primeiras décadas do Século XVIII.

Para o Município de Proença-a-Nova, preservar o património arqueológico que existe no território e valorizar o potencial turístico, aliando o conhecimento e partilhando-o, são os seus principais objetivos.

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