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25.10.19

Aveiro recebe evento sobre inovação no setor prioritário da Floresta

Sessão está integrada no “Ciclo de Eventos – Dinâmicas para a Inovação”


por helena margarida

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Produção sustentável de matérias-primas, monitorização e avaliação ambiental, produção energética de base florestal e florestas resilientes ao fogo (prevenção e deteção) serão os temas em debate na segunda iniciativa do “Ciclo de Eventos – Dinâmicas para a Inovação”. Dedicada ao tema “Floresta”, a sessão terá lugar no dia 29 de outubro, no RAIZ – Instituto de Investigação da Floresta e Papel, em Aveiro.

Entre 2014 e 2017 as empresas nacionais investiram 128,5 M€ em projetos enquadrados na área temática “Floresta”, que se integra no eixo “Recursos Naturais e Ambiente”, um dos cinco identificados pela Estratégia Nacional de Investigação e Inovação para uma Especialização Inteligente (2014-2020).

Além do workshop, que ocupará a manhã, terá ainda lugar, durante a tarde, um focus group meeting dedicado ao mesmo tema e que integra um pitch com apresentação de tendências e tecnologias disruptivas. Este será o segundo de um conjunto de eventos organizados pela Agência Nacional de Inovação (ANI) no âmbito do projeto Iniciativa de Transferência de Conhecimento, cofinanciada pelo COMPETE 2020 através do Portugal 2020 e do FEDER. Nos próximos meses, a ANI vai promover um conjunto de iniciativas sobre Valorização do Conhecimento, subordinado a áreas e setores estratégicos da economia nacional considerados prioritários no âmbito da especialização inteligente.

Fileiras da Floresta responsáveis por 10,2% das exportações nacionais

De acordo com o relatório “Despesa Nacional em I&D por área temática da ENEI (2014-2017)”, produzido pela Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência, com base no Inquérito ao Potencial Científico e Tecnológico Nacional, em quatro anos, entre 2014 e 2017, a área temática da Floresta registou um crescimento anual da I&D de 2,3%. Só em 2017, a despesa em I&D cresceu 7,1%.

ANI

A Floresta tem um papel muito significativo para o país e não apenas económico, mas também social e ambiental. Segundo a Direção-Geral das Atividades Económicas, as indústrias da madeira e da cortiça; da pasta, do papel e do cartão; e do mobiliário envolviam, em 2017, um total de perto de 10 milhões de empresas, davam emprego a cerca de 72.800 pessoas e registavam um volume de negócios de 9,2 mil M€. Foram, no ano passado, responsáveis por 10,2% das exportações nacionais, o correspondente a 5,9 mil milhões de euros.

Responsável por 1,46% do PIB nacional, a grande maioria das empresas do setor localizam-se no Norte e no Centro do país.

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