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24.11.17

Machico presente no II Congresso da Associação dos Arqueólogos Portugueses


por helena margarida

Divulgação

As intervenções arqueológicas realizadas em Machico nos últimos dezanove anos é o tema da comunicação que vai ser apresentada este sábado, 25 de novembro, na Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade de Lisboa, no âmbito do II Congresso da Associação dos Arqueólogos Portugueses. A comunicação vai ter como oradora a Coordenadora do Solar do Ribeirinho – Núcleo Museológico de Machico, Isabel Gouveia, que realizou o trabalho em co-autoria com o arqueólogo Élvio Duarte Martins Sousa.

As investigações levaram a estudos de história local, de âmbito associativo e académico, permitindo conhecer a realidade da vida social e económica da primeira localidade da Madeira, povoada no século XV. Os trabalhos arqueológicos levados a cabo no Centro Histórico de Machico, decorreram nos espaços do Solar do Ribeirinho, Antiga Alfândega de Machico, Junta de Freguesia de Machico e Casa da Travessa do Mercado.

A primeira referência à prática arqueológica em Machico remonta ao século XIX. Por volta de 1815, após a grande aluvião de 1803, um comerciante de vinhos inglês, Robert Page, realizou alegadamente escavações na Capela dos Milagres, uma capela centenária datada dos inícios do povoamento, na qual teria supostamente encontrado a cruz tumular de Robert Machim.

O ano de 1998 marcou a arqueologia regional com a criação da ARCHAIS - Associação de Arqueologia e Defesa do Património da Madeira, uma instituição de direito privado que tem como principais objetivos divulgar e promover a investigação arqueológica terrestre e desenvolver a defesa e a proteção do Património Cultural da Região Autónoma da Madeira. Desde a sua formação, a ARCHAIS centrou os seus trabalhos arqueológicos na zona leste da ilha, nas cidades de Machico e de Santa Cruz. 

Durante estes dezanove anos de atividade arqueológica constituíram-se estruturas municipais e museológicas que passaram a interagir diretamente com as operações pedagógicas e da construção urbana, tais como o primeiro núcleo arqueológico da Junta de Freguesia de Machico (2001), o Gabinete de Arqueologia do Município de Machico (2001-2002) e o Núcleo Museológico de Machico – Solar do Ribeirinho (2007).

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