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O Halloween ou, por cá, Dia das Bruxas, já lá vai, mas em Proença-a-Nova a celebração deste dia prolongou-se até 4 de novembro. No Centro Ciência Viva da Floresta, Noite das Criaturas das Trevas desmistificou os animais popularmente associados a esta festividade. Com a presença de investigadores especialistas de diferentes grupos de fauna (anfíbios, morcegos, rapinas noturnas, borboletas noturnas, aracnídeos, entre outros), os participantes percorreram a floresta do Centro à procura destas criaturas.

Eva Monteiro, da Associação Tagis – Centro de Conservação das Borboletas de Portugal, levou para a exposição borboletas noturnas e montou-se uma armadilha luminosa para atrair alguns exemplares. “A nossa máxima é que para conservar é preciso gostar das coisas e para gostar das coisas é preciso conhecê-las. Todas as atividades que permitam que o público tenha contacto com os bichos, vê-los, saber como é a sua vida e qual é o seu papel no ecossistema são boas para ganhar esse amor à criatura e depois poder também conservá-la”, referiu a investigadora. Eva Monteiro considera que o Dia das Bruxas é uma oportunidade para se falar e criar mitos sobre as criaturas da noite, “há realmente uma certa repulsa inicial das pessoas para com os insetos e as aranhas, mas lá está, depois de conhecerem e até de tocarem – é possível tocar em insetos, a maior parte deles são inofensivos – depois disso perde-se essa barreira inicial”.

Esta foi uma noite de aprendizagem e partilha de conhecimento entre investigadores e participantes, onde o objetivo foi desmistificar superstições e crenças associadas ao 31 de outubro, que têm contribuído para estados desfavoráveis de conservação em que muitas destas espécies se encontram. 

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